Top Tracks do ano de acordo com nosso colaborador Lucas Arnaud

Estamos divulgando as faixas do ano de acordo com a nossa equipe, post por post. Chegou a vez do Lucas mostrar as dele. Já publicamos a lista de tracks do ano da nossa editora Gabriela Loschi aqui, e dos colaboradores Rodrigo Airaf aqui e Camila Giamelaro aqui.

Por: Lucas Arnaud


Eis minha lista de top-tracks! Os estilos variam, e em alguns casos fica até dificil definir exatamente a qual vertente pertence cada música.

Constam aqui tracks maos deep, que flertam com nu disco, tem trap, future house, garage UK, enfim… qualidade (e não o estilo) foi critério de escolha.

Sem mais delongas, vamos às justificativa: A primeira da lista é de Drezo, que para mim é um grandes promissores talentos do “deep house” internacional. Brohug, o artista da segunda track da lista, também vem trazendo muita inovação para o deep/future – suas tracks estão cada vez mais presentes em sets de DJs como Tchami (em seu essential mix) e Oliver Heldens.

O remix produzido por Ricky Remedy é para mim uma das pérolas do ano, visto que ele conseguiu aproveitar todo o “feeling” do vocal com um drop inovador na pegada trap. “Snakes” é a principal track de Sikdope, que tem recebido suportes no mainstage de Garrix e de Tiesto. “Feel The Volume”, do Jauz, é a “old but gold” da lista – a track é antiga, porém importante, pois, pelo menos para mim, ela é a ponte entre o future house e o bass house característicos do artista.

O Crankdat VIP da “The End” recebeu suporte de Skrillex no Boiler Room, sendo uma repaginada do remix do Carnage para essa track. “Make Up Your Mind” é para mim o melhor lançamento de Garrix de 2016, um drop enérgico meio tribal meio bigroom. “WTF” também se destacou, pois une bem o estilo do Hi-Lo (que é o Oliver Heldens) de Sander Van Doorn.

“El Mariachi” é uma track que nos provou que ainda pode existir bigroom de qualidade, fugindo do cliché. “Crank It” do Ghastly traz um sound design genial e de vanguarda. “Game Over” do Lookas é uma daquelas tracks estilos “fim do mundo”, dropada nos live-sets do DJ Snake. “Triple Six” do Curbi nos mostra que o future house também tem seu lado mais “pancada”. “Balangala” é a cara dos últimos sets do Afrojack. 

“VIPs” mostrou que Skrillex sabe renovar seu estilo, mantendo a excelência em suas produções.

Daqui em diante, selecionei em específico os produtores brasileiros que se destacaram para mim. A primeira track brasileira é de Ruxell, que com seu “future funk” recebeu o suporte de Skrillex no Boiler Room. As duas tracks que se seguem são do meu produtor brasileiro favorito atualmente: RIVASᴮᴿ! Todas suas tracks tem algum diferencial em se falando de qualidade de produção. “Totem” do Sexroom foi a representante do EDM brasileiro escolhida por mim, que recebeu support do Galantins em pleno mainstage da Tomorrowland Bélgica 2016. Por fim, eu trouxe um remix de rrotik (que também é um ótimo produtor brasileiro) e uma track do Alex Senna. 

 

Drezo – Heaven (Original Mix)

 

 

Malaa – Diamonds (Brohug Remix)

 

 

The Chainsmokers – Don´t Let Me Down (Ricky Remedy Remix)

 

 

Sikdope – Snakes (Original Mix)

 

 

Jauz – Feel The Volume (Original Mix)

 

 

Eptic – The End (Carnage & Breaux Remix/Crankdat VIP)

 

 

Martin Garrix & Florian Picasso – Make Up Your Mind (Original Mix)

 

 

Hi-Lo & Sander Van Doorn – WTF (Original Mix)

 

 

Bassjackers & Jay Hardway – El Mariachi (Original Mix)

 

  

Ghastly – Crank It (Original Mix) 

 

 

Lookas – Game Over (Original Mix) 

  

 

Curbi – Triple Six (Original Mix) 

 

  

KIIDA – Balangala (Afrojack Edit)

 

 

Skrillex – VIPs (Original Mix) 

 

 

MC Bin Laden – O Faraó Ta De R1 (Ruxell x Marginal Men Remix)

 

 

Malandramente Ft. Damian Marley (RIVAS ᴮᴿ Bootleg) 

 

  

KVSH & RIVAS ᴮᴿ – Slow Down (Bootleg)

 

 

Sexroom – Totem (Original Mix) 

 

 

FTampa – Strike It Up (rrotik Remix) BRASIL

 

 

Alex Senna ft. Karol Conka – Tombei 

 

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