Flux Zone surpreende em lançamento pela Blackartel Records

Por Luiza Serrano

Foto de abertura: divulgação

Em maio de 2019, Flux Zone viu seu nome repercutir em todo país com “The Underground”, uma das suas principais tracks desde quando iniciou o projeto, em 2017.

O goiano Paulo Maia faz parte da talentosa geração de produtores no país que cria sem se prender a uma zona de conforto ou sem se limitar a vertentes musicais. Um grupo que tem se destacado cada vez mais por beber de várias fontes e referências, criando uma sonoridade livre e que transita pelas linhas tênues do que é um estilo ou do que não é.

Pode se dizer que o som assinado por Flux Zone traz o tech house, deep house e jackin house, mas se abre para outras vertentes também. Nas produções desse artista brazuca, o que importa não é se encaixar a estilos, mas “bater” bem na pista e surpreender o público com novidades.

69519498_924815947866183_2094748940028084224_o_500
Foto: Insane

E foi isso que ele fez em seu último lançamento, “What’s Your Name”. Lançada na última sexta-feira, 31 de janeiro, pela Blackartel Records – label criada por Alfrexx, Victor Lou e Visage – a música traz uma sonoridade diferente dos seus últimos lançamentos. “Realmente a construção dessa música foi um pouco diferente. Acredito que eu esteja evoluindo a cada produção. Sobre essa em particular, a ‘What`s Your Name’, posso dizer que a galera já se identifica com o som, com a vibe que ela transmite e é o que facilita a entrega e bons resultados”, conta o DJ.

A “cara” mais vintage da track é o ponto chave, e dá um tom mais “classudo” a produção que, de acordo com Flux, é uma boa pedida para se iniciar ou terminar os sets. “Nos últimos sets tenho tocado no início ou no fim. O objetivo é iniciar ou terminar o set sempre com uma vibe boa e agradável”, revela o produtor.

Perguntado sobre de onde veio a inspiração para essa música, Flux Zone incluiu Kellerkind, Karmon e Purple Disco Machine na lista. Boa escalação!

Mas o que será que vem depois desse lançamento? “Muita música sempre. Esse ano será o ano da arte revolucionária!”, conta. Só podemos dizer, bem vindo 2020. Você mal começou e já consideramos muito!

Ouça agora “What’s Your Name”!

Fique por dentro