Eli Iwasa se prepara para fechar 2025 com uma sequência intensa de apresentações pelo Brasil, coroando um ciclo que consolidou de vez seu nome no circuito internacional da música eletrônica.
Depois do ano mais global de toda a sua trajetória, a artista termina dezembro exatamente como viveu os últimos doze meses: em movimento, ativa e cercada por pistas fervorosas.
A reta final começa no Greenvalley, em Camboriú, no dia 27 de dezembro, retornando a um dos clubes mais simbólicos da música eletrônica nacional. De lá, segue para o Silk Beach Club, em Búzios (28/12), e depois para o Ceará, onde toca em um dos eventos mais aguardados: o AYÁ Music & Arts em Jericoacoara (29/12), no Boat Heels of Love em Canoa Quebrada (30/12) e vira o ano na mesma praia, com edição da tradicional festa Cardume.
Em 2026, já no dia 30 de janeiro, Eli se une a Fran Bortolossi, Gabi Fischer e Mau Maioli no terceiro showcase da Heels of Love, no icônico Edifício Martinelli, no centro de São Paulo. No circuito internacional, a artista brasileira já tem no horizonte o SXM Festival 2026, no Caribe, onde se apresenta em março ao lado de gigantes como Carl Cox, Deep Dish, Elderbrook, Francis Mercier, Lee Burridge e MoBlack.
Retrospectiva 2025: o ano em que Eli Iwasa se tornou definitivamente global
Se 2025 teve um marco para Eli Iwasa, foi este: ela viveu a temporada mais internacional de sua carreira. Um salto de presença, reconhecimento e visibilidade que ampliou sua atuação para clubes icônicos, festivais desejados e cenas culturais diversas ao redor do mundo.
Carnaval quente e agenda nacional acelerada
O ano começou com uma temporada de Carnaval sólida e intensa, marcada por datas nos principais eventos e clubes do país. Foi ali que Eli abriu o calendário com força, apresentando-se em grandes pistas e reafirmando o momento expansivo que viria a seguir.
Uma sequência internacional inédita
A partir do meio do ano, a agenda tomou um patamar global, com apresentações distribuídas por Ásia, Oriente Médio, África, Europa e América do Norte. As viagens não apenas ampliaram seu alcance, mas também a posicionaram como uma artista cada vez mais ativa nos circuitos que moldam tendências.
A sequência anunciada para setembro e outubro incluiu gigs em cidades como Dubai (Emirados Árabes Unidos), Sharm el-Sheikh (Egito), Tbilisi (Geórgia, no icônico clube Bassiani), Los Angeles (Estados Unidos) e Oaxaca (México). Uma rota que combinou culturas, intensidades e públicos completamente distintos.
Bassiani: o ponto alto simbólico do ano
Entre todas as datas, a apresentação no Bassiani, em Tbilisi, foi talvez a mais emblemática.
O clube georgiano, transformado em símbolo global após sofrer perseguição política em 2018, descreveu Eli em suas redes como uma “figura carismática na vanguarda da cultura clubber brasileira”, ressaltando sua história à frente de espaços como CAOS, Club 88 e Galerìa 1212, além de mencionar sua atuação inclusiva no projeto Closer e sua identidade artística que atravessa techno, pós-punk e influências de Patti Smith e PJ Harvey.
Na Pista Horoom, Eli Iwasa dividiu a noite com Gio Shengelia B2B Sevda e Memotech, reforçando seu lugar entre curadores e artistas com visão própria dentro da cena global underground.
O anúncio do SXM Festival 2026
Fechando o ano com chave de ouro, Iwasa foi anunciada neste mês no lineup do SXM Festival 2026, em Saint Martin, no Caribe – evento celebrado pela curadoria, cenários paradisíacos e pela comunidade que o cerca.
Ao lado de Carl Cox, andhim, Chus & Ceballos, Elderbrook, Cristoph e muitos outros, a DJ abre antecipadamente um novo ciclo internacional. Será que 2026 supera 2025? Não duvide de Eli Iwasa.
Por assessoria
