Epicentro cresce como símbolo de uma nova era para o progressive house no Brasil

Nascida de uma paixão genuína pelo progressive house, a Epicentro está rapidamente se consolidando um verdadeiro movimento cultural que vem ressignificando o papel do gênero na cena eletrônica brasileira.

Criada em julho de 2024 pelos produtores Rogerio Gedrah e José Benites, a marca surgiu de forma quase mística, no exato momento em que um alinhamento planetário ocorria no céu. Desde então, a energia cósmica parece impulsionar a party label em uma trajetória de crescimento acelerado — com eventos de destaque, como a estreia na Praia da Joaquina, em Florianópolis, e agora a próxima edição na Ópera de Arame, em Curitiba, com Guy J como headliner (feita em parceria com a Seven Experience e o Planeta Brasil).

Além desses dois eventos, a Epicentro vem estruturando um projeto ambicioso de expansão nacional, com festas planejadas em cidades-chave como São Paulo, Porto Alegre, Balneário Camboriú/SC, Florianópolis/SC, Maringá/PR, Brasília/DF, Recife e até mesmo Pipa/RN. Ao mesmo tempo, está lançando sua própria agência voltada exclusivamente ao prog house, além de uma lojinha oficial com produtos como boné, camiseta, cropped, leque, copo e outros itens colecionáveis — todos com a icônica logo dos anéis flutuantes, seu símbolo máximo.

Uma experiência imersiva

A produção da Epicentro, marcada para 06 de setembro, traz o respeitado DJ e produtor israelense Guy J como atração principal, ao lado de Guy Mantzur, ZAC e Albuquerque. O local escolhido — a Ópera de Arame, em Curitiba — amplifica a proposta sensorial da Epicentro. 

A estrutura será cuidadosamente pensada para oferecer uma imersão total: os anéis flutuantes serão suspensos sobre a pista, com efeitos de luzes cenográficas saindo diretamente do centro, criando uma atmosfera de universo cósmico. O restante do ambiente permanecerá no escuro, gerando um clima de introspecção, conexão e entrega total à música.

No som, equipamentos de ponta: VTX A da JBL no PA, Lacussi para a cabine do DJ e 16 subs distribuídos na frente da pista — somando mais de 100 mil watts de potência, priorizando qualidade e nitidez em vez de volume desnecessário.

A experiência vai além da música. O evento contará com performances artísticas, ativações de marcas e moda, artes ao vivo e tatuagens, além de uma estrutura de serviços premium com alimentação, ambientação temática e um atendimento voltado para um público maduro, com faixa etária predominante entre 27 e 45 anos. Segundo os idealizadores, trata-se de uma audiência exigente, que sabe o que quer ouvir e se entrega com profundidade ao que vive na pista.

Um novo ciclo para o progressive house no Brasil

O propósito da Epicentro é claro: criar um movimento pioneiro no Brasil em torno do progressive house, promovendo tanto os maiores nomes do mundo quanto os talentos nacionais que ainda não têm o espaço que merecem. A ideia é transformar a marca também em gravadora, plataforma de conteúdo e muito mais. Sem concorrência, sem exclusividade ou disputas de status — a party label se propõe a ser carro-chefe por propósito, não por vaidade. Como afirmam os sócios, o objetivo não é ser a “maior”, mas a que entrega mais autenticidade, consistência e respeito à arte.

As próximas edições já têm nomes como Hernán Cattáneo no radar. E no futuro, a marca também pretende abrir espaço para o organic house, que anda lado a lado com o prog, ampliando ainda mais sua paleta sonora.

A força do coletivo

Por trás da operação estão os sócios Rogerio Gedrah, José Benites, Eduardo, Cauê e Rubia, responsáveis por pensar cada detalhe — do som ao design de palco, da escolha dos artistas às experiências sensoriais. É um projeto que mistura técnica, espiritualidade, estética e amor pela música, transformando o que poderia ser apenas mais uma festa em algo maior, com identidade própria.

O que começou com uma festa para algumas centenas de pessoas na Praia da Joaquina, hoje se prepara para receber mais de quatro mil na Ópera de Arame — e mira ainda mais alto nos próximos meses. A Epicentro está se tornando símbolo de uma nova era para o progressive house no Brasil, e quem estiver por perto pode dizer que viu tudo isso nascer.

E, como o próprio logo sugere, o alinhamento dos planetas ainda está só começando.

Por assessoria

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