O One Collective Art (OCA) é o novo evento da família Só Track Boa, com estreia marcada para os dias 12 e 13 de setembro, em Belo Horizonte. O evento surge com os princípios de valorizar a conexão e coletividade humana, que, assim como o formato circular do palco, cria a sensação de pertencimento àquele ambiente.
O line up está recheado com Vintage Cuture, ANNA, Fatboy Slim, Beltran, Innellea e muito mais!

Na noite de ontem, 27, foi anunciado oficialmente as primeiras imagens 3D da nova estrutura. Com telões e um raio maior dessa vez.
Em meio às dúvidas sobre mudanças e novas datas, conversamos com Sarah Correa, líder de marketing da Entourage, produtora do evento. Veja na íntegra.
House Mag: Quais foram as principais motivações quando decidiram tornar o palco OCA em um festival próprio?
Sarah: Entendemos que um festival com a proporção da Só Track Boa realizada na capital paulista só é possível de ser realizado em uma única cidade. A intensidade da experiência completa que hoje conseguimos oferecer no festival não é possível de ser realizada em outras capitais principalmente pelo fator econômico e logístico. Hoje, no Brasil, muitos fornecedores de estruturas específicas utilizadas na produção de um evento como esse estão concentrados no eixo Rio/São Paulo, infelizmente. O segundo fator extremamente importante é que para a marca, concentrar o máximo de sua materialização física em um único episódio, uma vez ao ano, é o que também contribui para o contínuo sentimento de novidade que você consegue proporcionar para a sua base de fãs. Ao mesmo tempo que a Sô Track Boa é uma unicidade traduzirá neste capítulo único anual, ela também é uma fragmentação organizada de muitos acontecimentos dentro dela mesma. O OCA se torna um filho que ganha independência e pode contar com toda sua liberdade, lugar de fala e sua personalidade tão autêntica o que é parte desta experiência, deste encontro anual das saudades, que é o Festival Só Track Boa.
HM: A primeira edição em BH terá palco único. Será o OCA que já estamos acostumados ou podemos esperar algumas alterações para receber um público maior?
S: Posso dizer: o OCA cresceu e tá diferente!! hahaha
HM: Este formato será exclusivo de Belo Horizonte ou estamos diante de um novo evento itinerante?
S: Neste momento, podemos dizer que o lançamento deste projeto é em BH, a segunda casa da comunidade STB. Então, essa novidade tem o lançamento sim exclusivo para este público que merece cada vez mais um nível elevadíssimo de experiência em eventos de música eletrônica. Se ele vai rodar outras praças? Vamos acompanhar os próximos capítulos!
HM: Defina em uma frase o que é o One Collective Act (OCA).
S: Toda forma de expressão humana que não acredita na construção de histórias sem que envolva a dinâmica coletiva.
HM: Quais serão as principais diferenças entre o Só Track Boa Festival e o One Collective Art em relação a propostas e conceitos?
S: A STB é, como citei na primeira resposta, a maximização da experiência material do que podemos oferecer para a comunidade da música eletrônica a narrativa que criamos ao longo do ano. Ela é única, impactante, cheia de novidades, estímulos, referências diversas e múltiplas. O OCA é esse porta-voz de valores comunitários, de grupo, que ecoa e pode se repetir em diferentes lugares.
HM: O que o público pode esperar para a curadoria dos artistas na montagem dos line ups do OCA daqui em diante?
S: O cuidado, sensibilidade e respeito às novidades, mas também o olhar para o que nos move nostalgicamente deve nos continuar guiando para esta curadoria. Esperem sempre o nosso melhor!
HM: Muito obrigado pelo tempo e pela entrevista!
S: Imagina, obrigada a vocês :)
Por Adriano Canestri
